O maior desafio, quando se fala em abrir uma pizzaria, é muitas vezes ter bem clara a direção dos passos a seguir: abrir uma pizzaria não é apenas alugar um espaço, mobiliá-lo e comprar um forno e uma amassadeira — exige planejamento, estratégia e, sobretudo, o conhecimento necessário para dar os primeiros passos com segurança.
O plano de negócios, o tempo necessário para as obras, o prazo de entrega dos equipamentos (muitas vezes se pensa que forno, amassadeira e bancadas chegam rapidamente, em poucos dias — na maioria das vezes, não é assim), mas principalmente a ideia clara e estruturada do que queremos oferecer ao cliente: tudo isso é essencial para um bom começo.
Qual produto queremos oferecer? Qual será o nosso público?
Saber como se mover determina o sucesso desde os primeiros momentos: várias vezes me vi criando receitas com máquinas impensáveis, desenvolvendo processos de fermentação personalizados para assar em fornos antigíssimos.
Um consultor de pizzaria é isso: alguém que observa, analisa, entende onde agir e resolve. Mas não é um semideus — se algo não funciona, simplesmente não funciona.
A solução, muitas vezes, é começar já acompanhado por um profissional do setor: improvisar traz gastos desnecessários e inúteis.
Saber quantos metros quadrados são necessários para trabalhar com fluidez, para atender X clientes, qual o forno com qualidade e tamanho adequados, qual a amassadeira que garante a produção impecável da nossa pizza.
Sem esquecer o fator humano: não somos robôs. Hoje, mais do que nunca, contamos com as máquinas para trabalhar, mas não podemos esquecer que a pizza nasceu como um produto artesanal — e a essência da pizza está justamente na sua imperfeição.
Um pizzaiolo competente e atento reconhece os detalhes da fermentação, sabe manipular o produto e estuda os processos de produção.
E também sabe improvisar: porque, como em qualquer empresa, imprevistos vão acontecer. A massa não cresce, fermentou demais e ficou inutilizável. A amassadeira quebra. O ajudante não aparece para trabalhar. Não podemos nos dar ao luxo de não abrir a porta.
A agilidade mental e a capacidade de resolver problemas do pizzaiolo são indispensáveis.
Por isso, uma consultoria na fase de projeto, uma formação personalizada para os pizzaiolos, um marketing adequado — um acompanhamento completo do dia 0 ao dia 1, o momento em que as portas se abrem — garante que o cliente nos conheça, sente, coma, pague e conte a experiência aos amigos.
Tudo com um sorriso — e a promessa de voltar.


